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#Romances#Literatura Brasileira

O Cabeleira

Por Franklin Távora (1876)

O Cabeleira é um romance regionalista que retrata o cangaço no Nordeste brasileiro. A narrativa acompanha José Gomes, temido bandido conhecido como Cabeleira, explorando sua formação, seus conflitos e a influência do meio social em sua trajetória. A obra combina ação e crítica social, destacando a violência, a pobreza e as injustiças da época.

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O Matuto

Por Franklin Távora (1878)

O Matuto é um romance regionalista que retrata a vida no interior nordestino, explorando costumes, valores e conflitos sociais da época. A narrativa acompanha personagens ligados ao meio rural, destacando tensões entre tradição e mudança. Com linguagem marcada pelo regionalismo, a obra valoriza a cultura local e apresenta um olhar crítico sobre a realidade social do sertão.

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O Sacrifício

Por Franklin Távora (1879)

O Sacrifício retrata conflitos morais e sociais no interior nordestino, acompanhando personagens marcados por valores como honra, dever e tradição. A narrativa explora dilemas envolvendo amor, lealdade e renúncia, evidenciando como escolhas individuais podem transformar destinos. Ao mesmo tempo, apresenta um olhar crítico sobre a sociedade da época e seus costumes.

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O Garimpeiro

Por Bernardo Guimarães (1872)

O Garimpeiro é um romance regionalista que retrata a vida nas áreas de mineração do interior brasileiro. A narrativa acompanha personagens movidos pela ambição e pela esperança de riqueza, explorando conflitos amorosos, disputas e desafios sociais. Ao descrever costumes, paisagens e tensões humanas, a obra constrói um panorama crítico da sociedade ligada ao garimpo.

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O Seminarista

Por Bernardo Guimarães (1872)

O Seminarista é um romance que narra a história de Eugênio, jovem destinado à vida religiosa por imposição familiar. Apaixonado por Margarida, ele vive o conflito entre o amor e a vocação forçada, enfrentando culpa, repressão e sofrimento. A obra critica o fanatismo e a rigidez moral da sociedade, destacando as consequências da falta de liberdade individual.

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O Ermitão de Muquém

Por Bernardo Guimarães (1869)

O Ermitão de Muquém é um romance regionalista ambientado no interior de Goiás. A narrativa acompanha a trajetória de um homem que, após acontecimentos marcantes em sua vida, decide isolar-se como ermitão em busca de redenção espiritual. A obra aborda temas como culpa, fé, amor e arrependimento, ao mesmo tempo em que retrata costumes e paisagens do Brasil oitocentista.

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A Escrava Isaura

Por Bernardo Guimarães (1875)

O romance “A escrava Isaura”, de Bernardo Guimarães, é uma das obras mais conhecidas do romantismo brasileiro e aborda, de forma sensível e crítica, a realidade da escravidão no século XIX. A narrativa acompanha Isaura, uma jovem escravizada de grande beleza e educação refinada, que sofre perseguições e abusos por parte de seu senhor após recusar seus avanços. Ao longo da história, a protagonista enfrenta injustiças, fugas e perigos, enquanto luta por liberdade e dignidade. Misturando romance, drama e denúncia social, o livro conquistou leitores ao expor as contradições morais da sociedade escravocrata e defender ideais de humanidade e justiça.

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Memorial de Aires

Por Machado de Assis (1908)

Memorial de Aires é o último romance de Machado de Assis (1839–1908), publicado originalmente em 1908, no Rio de Janeiro. Em forma de diário, acompanha o conselheiro Aires em suas reflexões sobre amor, velhice, memória e a sociedade carioca às vésperas da Abolição, revelando a ironia e o refinamento psicológico do autor.

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Memórias Póstumas de Brás Cubas

Por Machado de Assis (1881)

Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis (1839–1908), foi publicado originalmente em 1881, no Rio de Janeiro. Marco do Realismo brasileiro, inaugura a fase mais madura do autor ao apresentar um narrador-defunto que revisita, com ironia e ceticismo, sua própria vida e a sociedade do Segundo Reinado, explorando temas como vaidade, poder e hipocrisia.

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