Por José de Alencar (1874)
Ao Correr da Pena reúne textos breves em que José de Alencar comenta o cotidiano do século XIX com olhar atento e tom leve. A obra mistura crônica, reflexão e crítica social, abordando costumes, comportamentos e cenas da vida urbana. Escritos de forma espontânea, os textos revelam o estilo elegante do autor e sua habilidade em transformar observações simples em retratos vivos da sociedade de seu tempo.
Leia maisPor José de Alencar (1873)
A Alma do Lázaro, de José de Alencar, é um texto de caráter reflexivo que aborda temas como sofrimento, culpa e redenção a partir de uma perspectiva moral e humana. A obra acompanha o drama interior de um personagem marcado pela dor e pelo arrependimento, explorando conflitos da consciência e questões espirituais, convidando o leitor a refletir sobre limites, fé e transformação interior.
Leia maisPor Machado de Assis (1883)
Machado de Assis (1839–1908), um dos maiores escritores brasileiros, publicou a série Balas de Estalo entre 1883 e 1886 na Gazeta de Notícias, do Rio de Janeiro. Nesses textos breves, o autor satiriza a vida política, social e cultural do Segundo Reinado, mesclando humor e crítica mordaz. As “balas” revelam o olhar irônico e analítico de Machado sobre o cotidiano urbano e a natureza humana.
Leia maisPor Machado de Assis (1888)
As crônicas de “Bons Dias” foram publicadas em série na Gazeta de Notícias entre 1888 e 1889, onde Machado de Assis, como “B. D.”, comentava cotidiano, política, costumes e novidades do Rio. Reunidas apenas após sua morte, saíram em 1910, organizadas por Mário de Alencar. O conjunto oferece um retrato perspicaz da transição do Império para a República no Brasil.
Leia maisPor Machado de Assis (1892)
O texto "A Semana" pertence à célebre coluna de crônicas de Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908), publicada na recém-proclamada República. O tema é um painel irônico e cético do cotidiano, mesclando política (Centenário de Tiradentes, eleições), economia (debêntures), e costumes sociais, tudo temperado pela inconfundível sutileza e "humor definitivo" do autor. Um convite à leitura da história e da alma brasileira pelos olhos de um mestre.
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