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Sátiras
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A certo Provincial de certa religião que pregou o Mandato em termos tão ridículos que mais serviu de motivo de riso do que de compaixão, de Gregório de Matos (1696)
A morte violenta que Luiz Ferreira de Noronha, capitão da guarda do governador Antônio Luiz, deu a José de Mello, sobrinho deste prelado, de Gregório de Matos (1696)
A nossa Sé da Bahia, de Gregório de Matos (1696)
A Origem do Mênstruo, de Bernardo Guimarães (1865)
A outro clérigo amigo do Frizão, que se dizia estar amancebado de portas adentro com duas mulheres, uma negra e outra mulata, de Gregório de Matos (1696)
A outro vigário de certa freguesia, contra quem se amotinavam os fregueses por ser muito ambicioso, de Gregório de Matos (1696)
Ao cura da Sé que era naquele tempo, introduzida ali por dinheiro, e com presunções de namorado; satiriza o poeta como criatura do prelado, de Gregório de Matos (1696)
Ao ilustríssimo D. Fr. João da Madre de Deus mudando-se para o seu novo palácio, que comprou, de Gregório de Matos (1696)
Ao mesmo clérigo apelidando de asno ao poeta, de Gregório de Matos (1696)
Ao mesmo com presunções de sábio e engenhoso, de Gregório de Matos (1696)
Ao mesmo vigário galanteia o poeta fazendo chistes de um mimo, que lhe mandara Brites, uma graciosa comadre sua, entre o qual vinha para o poeta um caju, de Gregório de Matos (1850)
Ao padre Damaso da Silva, parente do poeta, e seu oposto, homem desbocado e presunçoso, com grandes impulsos de ser vigário, sendo por algum tempo em Nossa Senhora do Loreto, de Gregório de Matos (1696)
Ao padre Manuel Alvares, capelão da Marapé, remoqueando ao poeta uma pedrada que lhe deram de noite estando se provendo, de Gregório de Matos (1850)
Ao padre Manuel Domingues Loureiro que recusando ir por capelão para angola por ordem de sua ilustríssima, foi ao depois prezo, e maltratado, porque resistiu as ordens do mesmo prelado., de Gregório de Matos (1850)
Ao vigário Antônio Marques de Pera da Encomendado na Igreja da vila de S. Francisco, ambicioso e desconhecido, de Gregório de Matos (1696)
Ao vigário da Madre de Deos Manuel Rodrigues queixa o poeta de ter clérigos que lhe foram a casa pela festa do Natal, onde também ele estava e com galantaria o persuade, a que sacuda os hospedes fora de casa pelo gasto, que faziam, de Gregório de Matos (1850)
Ao vigário da vila de S. Francisco por uma pendência que teve com um ourives a respeito de uma mulata, que se dizia correr por sua conta, de Gregório de Matos (1696)
Aos capitulares do seu tempo, de Gregório de Matos (1696)
Aos mesmos padres hóspedes entre os quais vinha o padre Perico, que era pequenino, de Gregório de Matos (1850)
Aos missionários, a quem o arcebispo D. Fr. João da Madre de Deus recomendava muito as vias sacras, que, enchendo a cidade de cruzes, chamavam do púlpito as pessoas por seus nomes, repreendendo a quem faltava, de Gregório de Matos (1696)

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