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Durante grande parte do século XX, os estudos linguísticos — tanto estruturalistas quanto gerativistas — limitaram seu escopo analítico ao nível da frase (a sentença isolada). A partir das décadas de 1960 e 1970, porém, percebeu-se que uma gramática puramente frástica era incapaz de explicar fenômenos que ocorrem na comunicação real. Desse cenário emerge a '''Linguística Textual (LT)''', que redefine o objeto de estudo da linguística: o foco deixa de ser a frase abstrata e passa a ser o '''texto''', concebido como a unidade básica de interação verbal humana.
Durante grande parte do século XX, os estudos linguísticos — tanto estruturalistas quanto gerativistas — limitaram seu escopo analítico ao nível da frase (a sentença isolada). A partir das décadas de 1960 e 1970, porém, percebeu-se que uma gramática puramente frástica era incapaz de explicar fenômenos que ocorrem na comunicação real. Desse cenário emerge a '''Linguística Textual (LT)''', que redefine o objeto de estudo da linguística: o foco deixa de ser a frase abstrata e passa a ser o '''texto''', concebido como a unidade básica de interação verbal humana.


A grande pergunta norteadora que inaugura este campo é: '''''"O que faz de um texto um texto?"''''' [cf. image_862d80.png]. Ou seja, o que diferencia um amontoado caótico de palavras ou frases de um evento comunicativo dotado de sentido?
A grande pergunta norteadora que inaugura este campo é: '''''"O que faz de um texto um texto?"''''' Ou seja, o que diferencia um amontoado caótico de palavras ou frases de um evento comunicativo dotado de sentido?


== Os Fundamentos da Textualidade ==
== Os Fundamentos da Textualidade ==


=== Coesão e Coerência Textual (Halliday & Hasan, 1976) ===
=== Coesão e Coerência Textual (Halliday & Hasan, 1976) ===
A virada nos estudos do texto ganha forte impulso internacional com os trabalhos de Michael Halliday e Ruqaiya Hasan (1976), que propõem dois conceitos estruturantes para a constituição textual [cf. image_862d80.png]:
A virada nos estudos do texto ganha forte impulso internacional com os trabalhos de Michael Halliday e Ruqaiya Hasan (1976), que propõem dois conceitos estruturantes para a constituição textual:
* '''Coesão Textual:''' Refere-se às ligações formais e linguísticas que conectam os elementos da superfície do texto (palavras, orações, períodos) [cf. image_862d80.png]. Manifesta-se por meio de pronomes, conectores, elipses e repetições lexicais.
* '''Coesão Textual:''' Refere-se às ligações formais e linguísticas que conectam os elementos da superfície do texto (palavras, orações, períodos). Manifesta-se por meio de pronomes, conectores, elipses e repetições lexicais.
* '''Coerência Textual:''' Refere-se à continuidade de sentido do texto [cf. image_862d80.png]. Não está presa à superfície linear, mas sim à articulação lógica, semântica e cognitiva das ideias, permitindo que o receptor construa uma representação mental global e consistente do que está sendo comunicado.
* '''Coerência Textual:''' Refere-se à continuidade de sentido do texto. Não está presa à superfície linear, mas sim à articulação lógica, semântica e cognitiva das ideias, permitindo que o receptor construa uma representação mental global e consistente do que está sendo comunicado.


=== Os Padrões de Textualidade (Beaugrande & Dressler, 1981) ===
=== Os Padrões de Textualidade (Beaugrande & Dressler, 1981) ===
Em 1981, Robert-Alain de Beaugrande e Wolfgang Dressler expandiram essa discussão ao sistematizar os chamados '''padrões de textualidade''', estabelecendo sete fatores essenciais para que uma produção linguística seja considerada um texto [cf. image_862d80.png]:
Em 1981, Robert-Alain de Beaugrande e Wolfgang Dressler expandiram essa discussão ao sistematizar os chamados '''padrões de textualidade''', estabelecendo sete fatores essenciais para que uma produção linguística seja considerada um texto:
# '''Coesão:''' A conectividade linear da estrutura superficial [cf. image_862d80.png].
# '''Coesão:''' A conectividade linear da estrutura superficial.
# '''Coerência:''' A acessibilidade e relevância mútua dos conceitos e sentidos subjacentes [cf. image_862d80.png].
# '''Coerência:''' A acessibilidade e relevância mútua dos conceitos e sentidos subjacentes.
# '''Intencionalidade:''' O esforço e a intenção do autor em produzir um texto claro, coeso e coerente para atingir um objetivo específico [cf. image_862d80.png].
# '''Intencionalidade:''' O esforço e a intenção do autor em produzir um texto claro, coeso e coerente para atingir um objetivo específico.
# '''Aceitabilidade:''' A atitude do receptor em receber aquela produção como um texto que possui relevância e merece ser interpretado [cf. image_862d80.png].
# '''Aceitabilidade:''' A atitude do receptor em receber aquela produção como um texto que possui relevância e merece ser interpretado.
# '''Informatividade:''' O grau de novidade ou imprevisibilidade que o texto traz (um texto sem nenhuma informação nova falha por redundância extrema) [cf. image_862d80.png].
# '''Informatividade:''' O grau de novidade ou imprevisibilidade que o texto traz (um texto sem nenhuma informação nova falha por redundância extrema).
# '''Situacionalidade:''' A adequação do texto ao contexto ou situação em que ele ocorre [cf. image_862d80.png].
# '''Situacionalidade:''' A adequação do texto ao contexto ou situação em que ele ocorre.
# '''Intertextualidade:''' A dependência que um texto tem em relação ao conhecimento de outros textos produzidos previamente [cf. image_862d80.png].
# '''Intertextualidade:''' A dependência que um texto tem em relação ao conhecimento de outros textos produzidos previamente.


== Dinâmica, Estrutura e Fronteiras do Texto ==
== Dinâmica, Estrutura e Fronteiras do Texto ==


=== Progressão Temática ===
=== Progressão Temática ===
Estudada profundamente no Brasil por teóricos como Ingedore Villaça Koch e Luiz Antônio Marcuschi, a '''progressão temática''' analisa como o texto caminha e se desenvolve de maneira equilibrada entre informações já conhecidas (tema) e informações novas (rema) [cf. image_862d80.png].  
Estudada profundamente no Brasil por teóricos como Ingedore Villaça Koch e Luiz Antônio Marcuschi, a '''progressão temática''' analisa como o texto caminha e se desenvolve de maneira equilibrada entre informações já conhecidas (tema) e informações novas (rema).  


Nesse contexto, contrapõe-se a tradicional '''estrutura frástica''' (regida pelas regras gramaticais de ligação direta do período) à '''estrutura parafrástica (anelar)''', na qual os sentidos orbitam, retomam a si mesmos e se expandem em anéis semânticos, garantindo que o texto progrida sem perder o seu núcleo temático [cf. image_862d80.png].
Nesse contexto, contrapõe-se a tradicional '''estrutura frástica''' (regida pelas regras gramaticais de ligação direta do período) à '''estrutura parafrástica (anelar)''', na qual os sentidos orbitam, retomam a si mesmos e se expandem em anéis semânticos, garantindo que o texto progrida sem perder o seu núcleo temático.


=== Tipologia Textual vs. Gêneros Textuais ===
=== Tipologia Textual vs. Gêneros Textuais ===
A Linguística Textual propõe uma distinção fundamental entre a natureza interna/formal e a utilidade social do texto:
A Linguística Textual propõe uma distinção fundamental entre a natureza interna/formal e a utilidade social do texto:
* '''Tipologia Textual:''' Refere-se à '''estrutura linguística''' interna e sequencial dos textos [cf. image_862d80.png]. São categorias fixas e universais, definidas pela natureza gramatical predominante. São os tipos: '''dissertação, narração, descrição, exposição e injunção''' [cf. image_862d80.png].
* '''Tipologia Textual:''' Refere-se à '''estrutura linguística''' interna e sequencial dos textos. São categorias fixas e universais, definidas pela natureza gramatical predominante. São os tipos: '''dissertação, narração, descrição, exposição e injunção'''.
* '''Gêneros Textuais:''' Referem-se às formas empíricas de realização do texto na vida social, definidas por sua '''função comunicativa''' [cf. image_862d80.png]. São dinâmicos, históricos e infinitos. Exemplos: '''carta, notícia, receita, bula, artigo de opinião, conto, anúncio, lista de compras, e-mail e post''' [cf. image_862d80.png].
* '''Gêneros Textuais:''' Referem-se às formas empíricas de realização do texto na vida social, definidas por sua '''função comunicativa'''. São dinâmicos, históricos e infinitos. Exemplos: '''carta, notícia, receita, bula, artigo de opinião, conto, anúncio, lista de compras, e-mail e post'''.


=== Competência Textual e Fronteiras Textuais ===
=== Competência Textual e Fronteiras Textuais ===
* '''Competência Textual:''' É a capacidade inata e desenvolvida que os falantes possuem de não apenas produzir frases isoladas, mas de criar, compreender, parafrasear e categorizar textos adequados aos seus contextos de uso [cf. image_862d80.png].
* '''Competência Textual:''' É a capacidade inata e desenvolvida que os falantes possuem de não apenas produzir frases isoladas, mas de criar, compreender, parafrasear e categorizar textos adequados aos seus contextos de uso.
* '''Fronteiras Textuais:''' Os estudos de delimitação do início e do fim de um texto [cf. image_862d80.png]. Elementos como títulos, fórmulas de abertura (ex: "Era uma vez..."), saudações finais (ex: "Atenciosamente,") e pontuações finais demarcam as barreiras físicas e pragmáticas que isolam o evento textual do silêncio ou de outros discursos circundantes.
* '''Fronteiras Textuais:''' Os estudos de delimitação do início e do fim de um texto. Elementos como títulos, fórmulas de abertura (ex: "Era uma vez..."), saudações finais (ex: "Atenciosamente,") e pontuações finais demarcam as barreiras físicas e pragmáticas que isolam o evento textual do silêncio ou de outros discursos circundantes.


== Exemplos de Análise Textual ==
== Exemplos de Análise Textual ==
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Um anúncio publicitário que estampa a imagem de uma fruta e os dizeres: ''"Espelho, espelho meu, existe alguma fruta mais saborosa do que eu?"''.
Um anúncio publicitário que estampa a imagem de uma fruta e os dizeres: ''"Espelho, espelho meu, existe alguma fruta mais saborosa do que eu?"''.


* '''Análise do Gênero:''' Trata-se de um '''anúncio''' (gênero textual) com predominância da estrutura de sequência '''descritivo-expositiva''' (tipologia) .
* '''Análise do Gênero:''' Trata-se de um '''anúncio''' (gênero textual) com predominância da estrutura de sequência '''descritivo-expositiva''' (tipologia).
* '''Análise do Padrão:''' O texto exige o acionamento imediato da '''intertextualidade''' com o conto de fadas da Branca de Neve [cf. image_862d80.png]. Se o receptor não possuir esse repertório intertextual, a '''informatividade''' e o efeito humorístico do texto ficam severamente comprometidos, alterando a sua '''aceitabilidade''' .
* '''Análise do Padrão:''' O texto exige o acionamento imediato da '''intertextualidade''' com o conto de fadas da Branca de Neve. Se o receptor não possuir esse repertório intertextual, a '''informatividade''' e o efeito humorístico do texto ficam severamente comprometidos, alterando a sua '''aceitabilidade'''.


== Fontes e Referências Bibliográficas ==
== Fontes e Referências Bibliográficas ==
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* MARCUSCHI, Luiz Antônio. ''Produção de texto, gênero e textualidade''. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
* MARCUSCHI, Luiz Antônio. ''Produção de texto, gênero e textualidade''. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
* MUSSALIM, Fernanda; BENTES, Anna Christina (Orgs.). ''Introdução à Linguística: domínios e fronteiras''. Vol. 1. São Paulo: Cortez, 2001. (Capítulo devotado à Linguística Textual).
* MUSSALIM, Fernanda; BENTES, Anna Christina (Orgs.). ''Introdução à Linguística: domínios e fronteiras''. Vol. 1. São Paulo: Cortez, 2001. (Capítulo devotado à Linguística Textual).
[[Categoria:Linguística]]
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[[Categoria:História da Linguística]]
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[[Categoria:Recentes]]
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Edição atual tal como às 14h12min de 2 de julho de 2026

Durante grande parte do século XX, os estudos linguísticos — tanto estruturalistas quanto gerativistas — limitaram seu escopo analítico ao nível da frase (a sentença isolada). A partir das décadas de 1960 e 1970, porém, percebeu-se que uma gramática puramente frástica era incapaz de explicar fenômenos que ocorrem na comunicação real. Desse cenário emerge a Linguística Textual (LT), que redefine o objeto de estudo da linguística: o foco deixa de ser a frase abstrata e passa a ser o texto, concebido como a unidade básica de interação verbal humana.

A grande pergunta norteadora que inaugura este campo é: "O que faz de um texto um texto?" Ou seja, o que diferencia um amontoado caótico de palavras ou frases de um evento comunicativo dotado de sentido?

Os Fundamentos da Textualidade[editar]

Coesão e Coerência Textual (Halliday & Hasan, 1976)[editar]

A virada nos estudos do texto ganha forte impulso internacional com os trabalhos de Michael Halliday e Ruqaiya Hasan (1976), que propõem dois conceitos estruturantes para a constituição textual:

  • Coesão Textual: Refere-se às ligações formais e linguísticas que conectam os elementos da superfície do texto (palavras, orações, períodos). Manifesta-se por meio de pronomes, conectores, elipses e repetições lexicais.
  • Coerência Textual: Refere-se à continuidade de sentido do texto. Não está presa à superfície linear, mas sim à articulação lógica, semântica e cognitiva das ideias, permitindo que o receptor construa uma representação mental global e consistente do que está sendo comunicado.

Os Padrões de Textualidade (Beaugrande & Dressler, 1981)[editar]

Em 1981, Robert-Alain de Beaugrande e Wolfgang Dressler expandiram essa discussão ao sistematizar os chamados padrões de textualidade, estabelecendo sete fatores essenciais para que uma produção linguística seja considerada um texto:

  1. Coesão: A conectividade linear da estrutura superficial.
  2. Coerência: A acessibilidade e relevância mútua dos conceitos e sentidos subjacentes.
  3. Intencionalidade: O esforço e a intenção do autor em produzir um texto claro, coeso e coerente para atingir um objetivo específico.
  4. Aceitabilidade: A atitude do receptor em receber aquela produção como um texto que possui relevância e merece ser interpretado.
  5. Informatividade: O grau de novidade ou imprevisibilidade que o texto traz (um texto sem nenhuma informação nova falha por redundância extrema).
  6. Situacionalidade: A adequação do texto ao contexto ou situação em que ele ocorre.
  7. Intertextualidade: A dependência que um texto tem em relação ao conhecimento de outros textos produzidos previamente.

Dinâmica, Estrutura e Fronteiras do Texto[editar]

Progressão Temática[editar]

Estudada profundamente no Brasil por teóricos como Ingedore Villaça Koch e Luiz Antônio Marcuschi, a progressão temática analisa como o texto caminha e se desenvolve de maneira equilibrada entre informações já conhecidas (tema) e informações novas (rema).

Nesse contexto, contrapõe-se a tradicional estrutura frástica (regida pelas regras gramaticais de ligação direta do período) à estrutura parafrástica (anelar), na qual os sentidos orbitam, retomam a si mesmos e se expandem em anéis semânticos, garantindo que o texto progrida sem perder o seu núcleo temático.

Tipologia Textual vs. Gêneros Textuais[editar]

A Linguística Textual propõe uma distinção fundamental entre a natureza interna/formal e a utilidade social do texto:

  • Tipologia Textual: Refere-se à estrutura linguística interna e sequencial dos textos. São categorias fixas e universais, definidas pela natureza gramatical predominante. São os tipos: dissertação, narração, descrição, exposição e injunção.
  • Gêneros Textuais: Referem-se às formas empíricas de realização do texto na vida social, definidas por sua função comunicativa. São dinâmicos, históricos e infinitos. Exemplos: carta, notícia, receita, bula, artigo de opinião, conto, anúncio, lista de compras, e-mail e post.

Competência Textual e Fronteiras Textuais[editar]

  • Competência Textual: É a capacidade inata e desenvolvida que os falantes possuem de não apenas produzir frases isoladas, mas de criar, compreender, parafrasear e categorizar textos adequados aos seus contextos de uso.
  • Fronteiras Textuais: Os estudos de delimitação do início e do fim de um texto. Elementos como títulos, fórmulas de abertura (ex: "Era uma vez..."), saudações finais (ex: "Atenciosamente,") e pontuações finais demarcam as barreiras físicas e pragmáticas que isolam o evento textual do silêncio ou de outros discursos circundantes.

Exemplos de Análise Textual[editar]

Exemplo 1: Quebra de Coesão, mas Manutenção de Coerência[editar]

Considere o seguinte diálogo:

  • Locutor A: "O telefone está tocando!"
  • Locutor B: "Estou no banho."

Se analisarmos estritamente pela estrutura frástica ou pela coesão gramatical de superfície, não há conectivo ou ligação lexical direta entre as frases. No entanto, nossa competência textual e o fator da situacionalidade nos permitem interpretar imediatamente o texto como coerente: o Locutor B justifica pragmaticamente o motivo pelo qual não pode atender ao telefone.

Exemplo 2: Intertextualidade e Gênero Textual[editar]

Um anúncio publicitário que estampa a imagem de uma fruta e os dizeres: "Espelho, espelho meu, existe alguma fruta mais saborosa do que eu?".

  • Análise do Gênero: Trata-se de um anúncio (gênero textual) com predominância da estrutura de sequência descritivo-expositiva (tipologia).
  • Análise do Padrão: O texto exige o acionamento imediato da intertextualidade com o conto de fadas da Branca de Neve. Se o receptor não possuir esse repertório intertextual, a informatividade e o efeito humorístico do texto ficam severamente comprometidos, alterando a sua aceitabilidade.

Fontes e Referências Bibliográficas[editar]

Fontes Primárias[editar]

  • BEAUGRANDE, Robert-Alain de; DRESSLER, Wolfgang U. Introduction to Text Linguistics. London: Longman, 1981. [Obra clássica dos padrões de textualidade].
  • HALLIDAY, Michael A. K.; HASAN, Ruqaiya. Cohesion in English. London: Longman, 1976.

Referências Secundárias (Linguística Textual no Brasil)[editar]

  • KOCH, Ingedore Villaça. A Coesão Textual. São Paulo: Contexto, 1989.
  • KOCH, Ingedore Villaça. O Texto e a Construção dos Sentidos. São Paulo: Contexto, 1997.
  • MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção de texto, gênero e textualidade. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
  • MUSSALIM, Fernanda; BENTES, Anna Christina (Orgs.). Introdução à Linguística: domínios e fronteiras. Vol. 1. São Paulo: Cortez, 2001. (Capítulo devotado à Linguística Textual).