Letras+ | Letródromo | Letropédia | LiRA | PALCO | UnDF



#Literatura Brasileira

Total de entradas encontradas: 539

Poemas em verso

Erro

Caroline Alves - 25/07/2026

Em “Erro” Machado de Assis descreve o fim de uma paixão passageira baseada apenas na fantasia. O eu lírico reconhece que a amada não correspondia às suas exigências intelectuais e sentimentais, marcando o encerramento daquela ilusão. O poema compõe “Crisálidas” (1864), coletânea de poemas que marca a estreia poética de Machado de Assis (1839–1908). O volume reflete a transição entre o Romantismo da época e a agudeza psicológica que se tornaria sua marca registrada.

Poemas em verso

Horas Vivas

Caroline Alves - 25/07/2026

Machado de Assis em “Horas vivas” reflete sobre a passagem do tempo e as ilusões que se perdem na maturidade. As "horas vivas" são momentos de sonho que contrastam com o desencanto das ambições humanas, convidando o poeta ao repouso do devaneio. O poema compõe “Crisálidas” (1864), coletânea de poemas que marca a estreia poética de Machado de Assis (1839–1908). O volume reflete a transição entre o Romantismo da época e a agudeza psicológica que se tornaria sua marca registrada.

Poemas em verso

Elegia

Caroline Alves - 25/07/2026

“Elegia” de Machado de Assis é lamento fúnebre dedicado à memória de uma jovem falecida precocemente. O autor reflete sobre a fragilidade da vida, a injustiça do destino e o consolo que a fé e a poesia oferecem diante do mistério da morte. O poema compõe “Crisálidas” (1864), coletânea de poemas que marca a estreia poética de Machado de Assis (1839–1908). O volume reflete a transição entre o Romantismo da época e a agudeza psicológica que se tornaria sua marca registrada.

Poemas em verso

Última folha

Caroline Alves - 25/07/2026

“Última folha” é o poema de encerramento que marca a despedida da fase inicial ("crisálida") de Machado de Assis. Neste texto, o poeta simboliza o desprendimento das ilusões de juventude e a preparação para o amadurecimento poético, buscando voos mais altos e puros. O poema compõe “Crisálidas” (1864), coletânea de poemas que marca a estreia poética de Machado de Assis (1839–1908). O volume reflete a transição entre o Romantismo da época e a agudeza psicológica que se tornaria sua marca registrada.

Contos

Viagem à roda de mim mesmo

Caroline Alves - 20/07/2026

Neste primoroso conto de Machado de Assis (1839–1908), publicado originalmente no jornal Gazeta de Notícias (Rio de Janeiro, 4 de outubro de 1885), o autor explora as profundezas da hesitação, da culpa e do autoengano. Por meio do relato de Plácido, dividido entre o dever moral de cuidar de um amigo enfermo e o desejo febril de conquistar a viúva Henriqueta, o bruxo do Cosme Velho tece uma irônica e sofisticada análise sobre a duplicação psicológica do ser. Um convite irrecusável à leitura!

Contos

Vidros quebrados

Caroline Alves - 20/07/2026

Neste divertido e irônico conto de Machado de Assis (1839–1908), publicado originalmente na Gazeta Literária do Rio de Janeiro em 15 de outubro de 1883, o autor explora a imprevisibilidade dos relacionamentos e ironiza a ideia de que os casamentos são "talhados no céu". Através do relato tragicômico de Venâncio sobre um amor frustrado e um noivado desfeito de forma inusitada, Machado tece uma saborosa sátira aos caprichos do coração e às convenções sociais. Um convite irresistível à leitura!

Contos

Virginius

Caroline Alves - 20/07/2026

Esta é uma das primeiras narrativas de Machado de Assis, publicada sob o título de "Virginius: narrativa de um advogado". O conto explora a tragédia de Julião, um lavrador que, diante da desonra iminente de sua filha Elisa pelas mãos do filho de seu protetor, decide pelo sacrifício da jovem. Machado tece um drama sobre abuso de poder, relações de classe e a ética trágica, remetendo ao mito romano de Virginius, sob a lente crítica do Brasil oitocentista.

Contos

Viver

Caroline Alves - 20/07/2026

Este texto dramático em prosa de Machado de Assis (1839–1908) coloca frente a frente duas figuras mitológicas imortais no fim dos tempos: Ahasverus, o Judeu Errante, e o titã Prometeu. Diante de uma Terra deserta e prestes a testemunhar a extinção humana, os personagens debatem sobre o tédio da existência, as dores do mundo e a esperança utópica em uma nova era. Trata-se de uma densa reflexão filosófica e existencialista sobre o apego do homem à vida e a persistência do sonho mesmo diante do abismo inevitável.

Contos

Vênus! Divina Vênus!

Caroline Alves - 20/07/2026

Neste divertido e irônico conto de Machado de Assis (1839–1908), publicado originalmente no Almanaque da Gazeta de Notícias para 1893, o autor satiriza a idealização romântica e a figura do poeta medíocre. A narrativa acompanha Ricardo, jovem que vive sob o fascínio da Vênus de Milo e compõe versos inflamados a musas inalcançáveis, até que a realidade prática o força a rimas mais domésticas. Um convite irônico ao pragmatismo que desmonta as fantasias sentimentais da juventude.

Contos

Último capítulo

Caroline Alves - 20/07/2026

Neste irônico e melancólico conto de Machado de Assis (1839–1908), publicado originalmente na Gazeta de Notícias (Rio de Janeiro, 20 de junho de 1883), o narrador Matias Deodato expõe sua biografia marcada pelo "caiporismo" — um azar incurável em amores e negócios. À beira do suicídio, ele dita seu testamento e nos guia por suas desventuras existenciais. Trata-se de uma genial e cética reflexão sobre o vazio da existência humana e a futilidade de nossas ilusões.

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54