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Machado de Assis (1839–1908) constrói um poema narrativo de tema indígena, centrado no conflito entre cultura nativa e colonização. A obra valoriza a dignidade trágica da personagem feminina e revela o interesse do autor pelo indianismo crítico, afastado da idealização romântica.
Machado de Assis (1839–1908) é o autor de “A Flor do Embiruçu”, poema presente no livro Americanas. Nele, o poeta explora a ideia de beleza e efemeridade por meio da flor que simboliza a natureza fugaz da vida e das emoções humanas. A obra reflete sobre o confronto entre o sublime e o passageiro, unindo lirismo e filosofia de maneira única.
Machado de Assis (1839–1908) é autor do poema “Os Orizes”, integrante do livro Americanas. O texto apresenta um episódio de inspiração indígena, centrado no conflito, na bravura guerreira e na honra coletiva, dialogando com o indianismo do século XIX, mas filtrado por uma linguagem contida e reflexiva, característica da poesia machadiana.
Machado de Assis (1839–1908) é o autor do poema “Última jornada”, integrante do livro Americanas. O texto aborda, em tom elegíaco e narrativo, a morte e o sacrifício de um personagem indígena, refletindo sobre honra, finitude e destino. O poema dialoga com o indianismo oitocentista, reinterpretado com sobriedade e reflexão moral.
Machado de Assis (1839–1908) é o autor de “Lua Nova”, poema integrante de Americanas. O texto associa a imagem da lua nascente à renovação, ao mistério e às forças simbólicas da natureza, dialogando com temas indígenas e míticos. O lirismo contido antecipa traços reflexivos que marcariam a poesia e a prosa madura do autor.
Machado de Assis (1839–1908) é o autor de “Os Semeadores”, poema do livro Americanas, no qual reflete sobre a formação histórica e moral do Brasil. O texto associa imagens do trabalho e da semeadura à ideia de herança cultural e construção coletiva do futuro, articulando lirismo, crítica histórica e sentido simbólico do progresso humano.
Machado de Assis (1839–1908) homenageia, no poema José Bonifácio, a figura histórica do Patriarca da Independência. Publicado originalmente no livro Americanas, o poema exalta virtudes cívicas, o ideal de nação e a memória fundadora do Brasil, integrando a fase em que o autor dialoga com temas históricos e identitários da literatura romântica brasileira.
Machado de Assis (1839–1908) presta homenagem ao poeta romântico Gonçalves Dias em A Gonçalves Dias. Integrado ao livro Americanas, o poema celebra a herança literária e o ideal nacional do autor maranhense, dialogando com o indianismo e a formação da poesia brasileira, sob tom elegíaco e reverente.
Machado de Assis (1839–1908) é o autor de “Cantiga do Rosto Branco”, poema do livro Americanas, em que explora o universo indígena idealizado, o amor e a contemplação da beleza feminina. O texto combina musicalidade, lirismo e exotismo romântico, dialogando com o indianismo literário do século XIX, reinterpretado com sobriedade e refinamento formal.
Machado de Assis (1839–1908) compõe, em Niâni (ou Niani), um poema de inspiração indígena que explora o amor, o conflito e a idealização do mundo nativo. Integrante do livro Americanas, a obra dialoga com o indianismo do século XIX, reelaborado com contenção lírica e atenção psicológica, marcas do estilo machadiano.