Por Machado de Assis (1882)
"A Sereníssima República" é um conto-conferência do escritor brasileiro Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908). Com acentuada ironia e alegoria, o texto aborda a corrupção e as distorções do processo eleitoral, satirizando as práticas políticas da época através da descrição de uma "república" organizada por aranhas, cujo sistema de voto no "saco" remete à República de Veneza e, sutilmente, à realidade brasileira. O conto foi publicado originalmente na Gazeta de Notícias, no Rio de Janeiro, em 20 de agosto de 1882, e posteriormente incluído no livro Papéis Avulsos.
Leia maisPor Machado de Assis (1883)
"Anedota Pecuniária" é um conto do escritor brasileiro Machado de Assis (1839-1908), publicado originalmente na Gazeta de Notícias (Rio de Janeiro), em 6 de outubro de 1883. A história narra a obsessão do agiota Falcão pelo dinheiro, que o leva a dispor de duas sobrinhas órfãs, Jacinta e Virgínia, para casamentos que lhe trarão lucro ou compensação financeira, trocando o afeto e a paternidade adotiva pelo "erotismo pecuniário". A obra, marcada pela ironia do Realismo, satiriza a ganância e a mercantilização das relações humanas na sociedade burguesa da época.
Leia maisPor Machado de Assis (1881)
Machado de Assis (1839–1908), um dos principais nomes da literatura brasileira, publicou "A Mulher Pálida" em 1881, na revista A Estação, no Rio de Janeiro. O conto retrata, com fina ironia, o amor idealizado e a obsessão romântica, expondo as contradições humanas entre desejo, vaidade e ilusão — temas recorrentes na obra machadiana.
Leia maisPor Machado de Assis (1870)
"A Vida Eterna" é um conto do mestre da literatura brasileira, Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908). O tema é um sonho surreal e aterrorizante, no qual o narrador, Dr. Camilo, se vê forçado a casar e descobre ser a vítima de uma sociedade secreta de canibais em busca da imortalidade. O conto, com forte tom satírico e de suspense, foi publicado originalmente no Jornal das Famílias em 1870, no Rio de Janeiro, sendo um dos contos da fase romântica do autor.
Leia maisPor Machado de Assis (1880)
Machado de Assis (1839-1908) publicou “A Chave” entre dezembro de 1879 e fevereiro de 1880, na revista A Estação, no Rio de Janeiro. O conto traz como tema central um triângulo amoroso ambientado no Flamengo, entre Marcelina, Luís Bastinhos e sua família, mostrando o embate entre paixão, honra e aparência social. É uma narrativa tipicamente machadiana, onde o conflito emocional se conjuga com sutilezas sociais.
Leia maisPor Machado de Assis (1884)
Machado de Assis (1839-1908) publicou “A Inglesinha Barcelos” em maio de 1894, na revista A Estação, no Rio de Janeiro. O conto aborda as expectativas sociais, o amor não correspondido e o conflito entre desejo e renúncia, por meio da figura de Joaninha — apelidada “inglesinha” — que se retira do convívio amoroso e das aparências, vivendo uma paixão silenciosa entre esperas e decepções.
Leia maisPor Machado de Assis (1886)
"A Pianista" é um conto de Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908) que explora o conflito entre o amor e o preconceito social. Malvina, uma professora de piano honesta, e Tomás, um jovem rico, enfrentam a oposição de Tibério Valença, pai de Tomás, obcecado por títulos e fortuna. O tema central é o triunfo da nobreza moral e do amor sobre as convenções e a mesquinhez social. Foi publicado originalmente em folhetins no Jornal das Famílias, no Rio de Janeiro, em setembro e outubro de 1866, sob o pseudônimo J.J.
Leia maisPor Machado de Assis (1887)
Machado de Assis (1839–1908) explora em A Melhor das Noivas as ilusões e disputas humanas em torno do amor e do interesse. O conto foi publicado originalmente em 1877, no Jornal das Famílias, periódico voltado ao público feminino da Corte. A narrativa combina ironia e crítica social, marcas inconfundíveis do estilo machadiano.
Leia maisPor Horacio Quiroga (1909)
Horacio Silvestre Quiroga (Salto, Uruguai, 1878 — Buenos Aires, Argentina, 1937) escreveu "La gallina degollada", conto sombrio que aborda temas como o horror familiar, a deficiência, a crueldade infantil e a perda da inocência. Foi publicado pela primeira vez em 10 de julho de 1909, na revista Caras y Caretas (Buenos Aires), nº 562. Posteriormente, integrou o livro Cuentos de amor de locura y de muerte (1917).
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